Opinião - A política e a sociedade que se quer - Anttonio Almeida Júnior

06/04/2016

Por Anttonio Almeida Júnior

 

 

 

 

 

Todos os seres humanos são iguais perante a lei, sem discriminação de raça, credo ou cor. A todos cabe o domínio sobre seu corpo e sua vida. Todos têm direito ao acesso a um salário ou a meios condizentes para promover a própria vida. Todos têm direito à educação, à saúde, à habitação, ao lazer. É direito de todos poder expressar-se livremente, militar em partidos políticos e sindicatos, participar de movimentos sociais, lutar por seus valores, votar e ser votado. Todos os cidadãos têm responsabilidade em conjunto pela coletividade. Todos devem cumprir as leis e as normas elaboradas e decididas coletivamente. (essência da cidadania contida na Constituição Federal)

 

Século XXI, ano de 2016 d.C., 06 de Abril. A mídia nos traz, a todo instante, notícias de corrupção, lista com centenas de políticos envolvidos em escândalos de propina, delações premiadas, impeachment da Presidente e do Vice Presidente, crise instititucional entre os três poderes da Republica, instabilidade política e institucional. Some-se a isso o desemprego, inflação em alta, violência urbana, famílias destruídas, prostituição, tráfico de drogas, conflitos pelo poder, por terra e água. Infelizmente os valores e virtudes da sociedade humana estão sendo lançados na lata de lixo.

Aonde tudo isso ainda pode chegar?

Nossa jovem e incompleta democracia corre riscos iminentes. A Carta Magna é o escudo guardião da Democracia. Como bem disse Wiston Churchill “a democracia é a pior forma de governo, à exceção de todas as outras experimentadas”.

Independentemente de cor ou sigla partidária, necessário se faz apurar e punir de forma exemplar aqueles que no exercício do seu cargo ou mandato publico cometeu crimes, tudo dentro do devido processo legal e de forma coerente.  A Democracia e a Constituição devem ser respeitadas.

De uma coisa eu tenho certeza: as velhas respostas já não servem mais para as novas perguntas e os novos desafios. Vivemos um tempo em que cada um de nós e, todos nós juntos, precisamos nos preocupar com a construção e a renovação da nossa nação, da nossa sociedade, da nossa cidade, da nossa casa e de nossas vidas.

Essa, com certeza, é a maior de nossas tarefas. Tarefa de todos e não se pode se responsabilizar nenhum governo, nenhuma empresa, nenhum político, nenhuma corrente ideológica para mobilizar os cidadãos – homens e mulheres; velhos e jovens; índios, brancos, pardos ou negros – para criar a nova sociedade, uma sociedade mais justa, fraterna e acolhedora com o seu povo, que engloba crianças saudáveis, famílias fortes, boas escolas, saúde acessível e de qualidade, habitação decente, trabalho dignificante, oportunidades para todos, políticas públicas eficazes, inclusivas e sustentáveis, segurança publica, cidadania plena, exercício do estado democrático de direito, transparência e impessoalidade na gestão e aplicação dos recursos públicos oriundos da elevada carga de impostos que pagamos.

O processo da mudança começa em cada um de nós e se soma num esforço coletivo de muitas visões e vozes no esforço da construção da sociedade que se quer.

Mudar passa pela política. O dia 2 de outubro se aproxima e através das nossas escolhas podemos impulsionar a renovação da nossa sociedade. Este ano estaremos elegendo os nossos representantes mais próximos: os Vereadores, o Prefeito e o Vice Prefeito. Nas mãos destes homens e mulheres estaremos depositando as nossas esperanças de renovação e de construção de dias melhores.

Acredito que podemos fazer. Estou pronto! O sonho pode e deve se tornar realidade.

Anttonio Almeida Júnior

Médico Veterinário,

Especialista em Desenvolvimento Sustentável,

Agronegócios e Gestão de Negócios


 

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