Antônio Alexandre será o líder da minoria; acordo priorizou igualdade nos cargos de confiança

10/01/2017

Primeira Mão Notícias - foto divulgação - Matéria divulgada pelo site www.pa4.com.br (Ozildo Alves) - foto site Ozildo Alves

 

 

 

 


Não restavam dúvidas, quer pelo desempenho e empenho pessoal, que o líder da oposição na Câmara Municipal de Paulo Afonso, por justiça deveria ser o vereador Antônio Alexandre (PMDB).

09Dernival Oliveira ajudou a que se chegasse ao acordo.

Como observado, se muitas vezes é duro – e tem seu passado ao lado do grupo do prefeito Luiz de Deus (PSD) para lhe chamar à coerência –  não foge do foco em trazer discussões acerca da gestão municipal – a intenção com a qual o faz, convenha-se, só mesmo Deus para saber, a questão simples é: faz e bem.

Porém, precisou de muita conversa para que o Partido Progressista, dono de três mandatos na Casa lhe conferisse a liderança – já que possuía o apoio dos demais colegas da minoria, inclusive Galinho (RD), já havia lhe garantido aderência.

Justiça seja feita, não se trata de ter na legenda progressista um nome que queira a ‘dor e delícia’ de fazer oposição ao governo e se ver tolhido das benesses que mesmo na oposição – quando a coisa é feita frouxamente, chegam. Mas há para todo bem e mal uma excepcional verba de gabinete no valor de $R 12 mil. E quando se trata de dinheiro, cargos etc., irmão desconhece irmão.

Pedro Macário (PP), era então o único obstáculo à liderança de Alexandre. Porém, o vereador – preferido do governo para a empreitada, segundo o colunista Bob Charles, acordou junto aos colegas que abriria mão da dita cuja, se a verba de gabinete, leia-se: os cargos, fossem divididos igualmente. Alexandre topou na hora!

A coisa toda se deu com intervenção de Dernival Oliveira – presidente do Diretório Municipal do PP, que a princípio deixou os vereadores livres para escolher, mas depois teve a famosa conversinha de pé de orelha.

Tudo decidido, agora é formalizar. E para a população fica sempre a esperança que cumpram sua função de forma coerente. Havendo falhas, que procurem os meios legais para corrigi-las, que exponham sem receio as mazelas do governo, e que lutem pelos direitos da população, como por exemplo, um concurso público.  Para que o espetáculo horroroso dos últimos dias seja enterrado. Pessoas amontoadas na frente da prefeitura atrás da famosa ‘boca’, o serviço público exige concurso. Essa deve ser uma bandeira da oposição, dentre tantas.

 

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