Após silêncio de Anilton, MP solicita de Luiz de Deus veto a ‘supersálario’

16/01/2017

Primeira Mão Notícias - foto divulgação

 

 

 

 

 

O prefeito ex-prefeito Anilton Bastos (PDT) lavou as mãos, a oposição se quer teve coragem de enviar uma nota de repúdio a essa atitude, aliás, exceto pelos vereadores Zezinho do INSS (PTN) que é governo, e do oposicionista Antônio Alexandre (PMDB), os demais simplesmente ajudaram a dar o supersalário de R$ 33. 700 ao prefeito Luiz de Deus (PSD).

Este por seu turno, até agora permanece quietinho, pois passados 15 dias úteis de seu governo, sem que o mesmo aprove ou vete, a coisa acontece por sanção tácita –  prevista na constituição, segundo a qual se considera sancionada a proposição de lei sem a chancela do presidente do Legislativo ou do prefeito.   Tenta-se com isto, diluir a opinião pública que, a bem da verdade, parece cada vez mais conformada com a situação.   O Ministério Público, através da promotora Milane de Vasconcelos, que já havia pedido veto da proposta à Câmara Municipal e ao prefeito Anilton Bastos, e este saiu sem responder ao órgão, o fez agora ao prefeito Luiz de Deus. Espera-se uma resposta até o próximo dia 17, com as justificativas para o ‘sim’ ou para o ‘não’.   Abaixo veja o ofício encaminhado ao prefeito que não pronunciou, ao menos publicamente sobre o presente que ganhou da Câmara Municipal. Para se ter uma ideia, Anilton ganhava R$ 20 mil – salário decidido depois de muita polêmica, mas, a incredulidade na classe política de uma maneira geral, e a postura conformista deste tempo, ajudam, de certa forma, a que Luiz de Deus deixe o tempo lhe passar favorável.  

 

 

 

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