PF prende suspeitos de integrar quadrilha de roubo a bancos em PE e AL

16/03/2017

Primeira Mão Notícias - foto divulgação

 

 

 

 

 

 

Segundo a polícia, 12 pessoas integram a quadrilha; até o momento, somente 3 foram presos

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (16) três pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha que realiza roubos a bancos, explosões de caixas eletrônicos, assaltos a mão armada e roubos a postos de combustíveis de forma violenta em diversas cidades de Pernambuco e Alagoas.

Os detidos foram identificados como Bruno Santiago, o “Bruno Cabeção”, Ayrton Lucas Soares Araújo, o “Doidera”, e Paulo Ciríaco da Silva. O suposto líder da organização, Flávio Roberto Nunes, o “Flávio Galego”, está foragido.

"Ele foi condenado em 2008 a 14 anos de prisão pelo crime de homicídio, mas já está em liberdade condicional. A polícia prende, o Ministério Público condena e esses indivíduos estão ressocializados e cometendo crimes. Dos oito indivíduos na quadrilha, 7 cometeram crimes", explicou o superintendente da PF em Alagoas, Bernardo Gonçalves, ao G1.

A Operação denominada "Divisa Sul" cumpriu sete mandados expedidos pela 17ª Vara criminal da Capital. Foram nove de busca e apreensão, oito de prisão preventiva e um de condução coercitiva. Todos nas cidades pernambucanas de Sirinhaém, Ribeirão, Amaraji e Ipojuca, e no município alagoano de Novo Lino.

"Na operação foi apreendido um vasto material, munições e uma grande quantidade de dinheiro”, disse o delegado responsável pelo caso, Jorge André Figueredo.

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Figueiredo informou ainda que o grupo tinha artimanhas para evitar a chegada de policiais aos locais do crime. “Após efetuarem as explosões, durante a fuga, eles derrubavam árvores e colocavam na estrada para dificultar a perseguição policial. Bem como eles colocavam grampos na pista para dificultar a ação da polícia”, contou. Além disso, o grupo atirava contra a delegacia ou o posto policial local antes de fazer as explosões nos caixas.

Segundo a polícia, 12 pessoas integram a quadrilha, sendo que a maioria é de Pernambuco e um dos suspeitos é de Alagoas.

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